Vaidade, o pecado preferido da humanidade


No filme “O Advogado do Diabo” o ator Keanu Reeves interpreta um advogado com mais de 60 vitórias em juízo, que para mostrar a todos que é o bom, aceita defender causas perdidas e réus culpados.
Em certa ocasião ele defende um professor de matemática acusado de pedofilia, e mesmo sabendo que o maldito era culpado, usa todo seu esforço para inocentá-lo.

Kevin, o personagem de Keanu Reeves é um cara extremamente vaidoso.
A ele não importam valores, nem mesmo o certo e o errado; importa-lhe impor-se como o grande advogado criminal, ganhar muito dinheiro e defender com unhas e dentes cada pleito, mesmo tratando-se de uma causa apócrifa.

Ao assistir o filme, não pude fugir de algumas questões: Não seria Kevin, o advogado vaidoso, um arquétipo da humanidade, representante fiel da nossa egolatria, do culto à personalidade, do nosso endeusamento cotidiano?
Quantos Kevins existem por aí, no casamento, por exemplo?
Incapazes de reconhecer que a esposa tem razão, acabam por fazer as maiores burrices do mundo, tudo em nome do grande ego!
É comum ouvir de alguns esposos: “Se eu tivesse ouvido minha mulher, não estaria nessa situação”.
Mas o que os impede de ouvi-las? O orgulho!
Um orgulho machista do tamanho de um bonde, e uma vaidade que não cabe no ser humano. Tudo tão simples, e tão complicado!

Nem mesmo o cristão está imune a este mal.
Aliás, muito comumente eles são as maiores vítimas de tais sentimentos.
É comum, por exemplo, ver o nobre desejo de servir, se converter – com o passo dos anos –em uma neurose eclesiástica onde o indivíduo sente-se na obrigação de produzir sempre e em maior escala, para sentir-se em paz consigo mesmo.
Nesse ponto, o serviço cristão deixa de ser uma benção e se transforma em alimento para o ego inchado do crente. O mesmo acontece com pregadores, cantores e ouvintes; do dia pra noite percebe-se que aquele belo sermão não foi motivado pelo desejo de servir à grei, mas pela vaidade do pregador amante dos holofotes.

Para este veneno chamado egolatria existe apenas um antídoto, a mortificação.
Somente quem entende que “cada boa dádiva e dom perfeito descende do alto”, pode livra-se da terrível tentação de sentir-se mais importante do que, de fato, é.
É preciso ver nossas virtudes como mortas, e nossas obras naturais como realmente estão. Cabe também a cada cristão dar morte aos seus desejos e vontades, afim de fazer prevalecer somente a vontade do Senhor.
Só assim lograremos escapar deste terrível pecado [a vaidade] o qual, segundo a tradição cristã, transformou os anjos em demônios.

Esse texto de Leonardo Gonçalves para o Pulpito Cristão,veio em um momento em que tenho observado a vaidade exagerada das pessoas.
Tentam ser o que nunca serão ou pensam ser o que não existe.
Vivem em uma sociedade e se imaginam em um pedestal que é fruto de uma imaginação vazia.

E quando caem desse "altar", o tombo é imenso, com ferimentos incuráveis e muitas vezes, causa morte, pois o fantasma que os derrubou, é sua própria imaginação e por isso, não encontram ninguém para socorrê-los.
É muito perigoso!!!

Guardo um texto incrível de Mário Ypiranga Monteiro Neto(Promotor de Justiça e Membro da Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas), que lí há algum tempo e que relata claramente a que ponto chega a estupidez da mente conturbada...vaidade.



A VAIDADE

Vaidade, na definição de Aurélio, é a qualidade do que é vão, vazio, firmado sobre aparência ilusória.
A vaidade, sentimento que esvazia e dispersa.
Interessante é o modo como procede, criadora do absurdo e do irreal aos olhos alheios.

A vaidade é a irmã da mentira.
É, sobretudo, o desprezo da verdade, pois seu portador traz idéias e conceitos equivocados, desagradáveis.
O sentimento conduz-nos ao labirinto tétrico da superioridade que o coração traiçoeiramente nos oferece, mas a alma não aceita.

A mais desprezível das vaidades decorre da sabedoria, a vaidade intelectual que faz os homens superiores aos demais, e superiores no saber, que os “eleva” bem ao alto de suas (in)capacidades e, quando tombam ao som ensurdecedor, pousam no espurco chique de onde se originaram.

Há a vaidade que surge da beleza, do dinheiro, da classe social; há, também, a vaidade que surge da idade, a sensação ignóbil de algum empantufado, que, por ter passado uns vinte ou trinta anos na repartição, se crê dotado de amplo poder de correção e conhecedor de todos os segredos da história da sociedade e do poder e faz de seu gabinete casamata de sua incompetência.

Na verdade, ocorre que, quem não obteve o sucesso e se encontra encardido pelo tempo, sente repulsa do brilhantismo jovem, que flui naturalmente.


A vaidade que deriva do poder é risível.
Certas pessoas não conseguem largar o poder e a arte da falsidade, da dissimulação e da mentira e entrelaçam-se com êxito na ambiência política, e a falta de escrúpulos tem satisfatório desempenho na política de quem emprega tais meios.
Como diria Francis Bacon, os vaidosos são os joguetes desprezados dos homens sábios e discretos, o objeto de admiração dos tolos, os ídolos dos parasitas e os escravos de sua própria vaidade.
A vaidade nada cria e, quanto mais se tem, tem-se a menos.

Com a exposição indevida, comunicam-se os defeitos que o recato encobria e, se não há talento, o sentimento enfraquece a original essência.
A literatura diz-nos que existiam tipos de mármores perfeitos, que não precisavam de uma camada de cera, aplicada aos defeituosos.
Aqueles eram o que eram. Estes, ao contrário, eram eles e mais uma substância que os fazia parecer o que não eram.
Falaz polimento, superficial sentimento!

Deixo ao leitor a reflexão.
O mundo anda mesmo pouco atraente.
A pungente e cruel realidade da vaidade e da mediocridade... Tudo parece muito igual, com exceção dos que se põem a salvo pela poesia diária... Peço licença, então, para dizer-lhes: a moda, agora, é dos sem-vaidade.

Mário Ypiranga Monteiro Neto é Promotor de Justiça e Membro da Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas

Sabe aquele dito popular que reza que para saber como sua namorada ou pretendente ficará quando envelhecer é só olhar para a mãe?



Cientistas americanos conseguiram provar que é verdade.
Mães e filhas apresentam o mesmo padrão de enrugamento à medida que vão envelhecendo e na maioria das vezes o mesmo peso e formato de corpo.
Conduzida pelo Dr. Matthew Camp da Loma Linda University Medical Center na California, a pesquisa utilizou equipamentos de última geração em escaneamento e desenvolvimento de imagens em 3D para analisar a composição facial de 10 duplas de mães e filhas, de 15 a 90anos de idades.

Foi verificado então que a pele e os tecidos finos, especialmente ao redor dos olhos, mostraram o mesmo padrão de desgaste e perda de elasticidade.


Essa similaridade fica mais aparente quando a filha alcança a faixa dos 30 anos de idade.



O estudo, inédito nessa área, foi apresentado na reunião da Associação Americana de Cirurgia Plástica em Seattle nos Estados Unidos.


O Brasil é um dos campeões mundiais de cirurgias plásticas no mundo, sendo que mais de 70% são realizados com objetivos estéticos.

As cirurgias para correções nas pálpebras, que com o decorrer da idade perdem a elasticidade e os músculos se tornam mais soltos, representam 9% do total de intervenções deste tipo, perdendo para o aumento das mamas, a lipoaspiração e as cirurgias no abdomen.


As mulheres ainda são as principais utilizadoras do bisturi para conseguir voltar a ter a beleza de outrora, mas os homens estão aumentadno sua participação gradualmente.
Segundo Norman Waterhouse, ex-presidente da Associação Britânica de Cirurgia Plástica Estética, as mulheres acreditam que envelhecem mais acentuadamente que os homens.

Na verdade, segundo o especialistas, essa percepção acontece porque o formato do rosto feminino se altera no decorrer do tempo. Quando são jovens, as moçoilas possuem um rosto mais oval e com a passagem dos anos, ele se torna mais quadrado. Já nos marmanjos o formato não se altera.

Especial para Terra


*Jovens, olha a mãe da menina antes de apaixonar. Cuidado!!!!! Quando se é jovem tudo está no lugar.

Terror turco? Não, islâmico turco!

MENINA É ENTERRADA VIVA, NA TURQUIA, VÍTIMA DE "CRIME DE HONRA". ONG CALCULA QUE CERCA DE 300 MORTES ACONTECEM, POR ANO, NAQUELE PAÍS, POR CAUSA DO MESMO MOTIVO

Buraco onde Medine Memi foi enterrada, no quintal da casa em Adiyaman, sudeste da Turquia.

Uma menina de 16 anos foi enterrada viva por seus familiares que eram contra o seu relacionamento com garotos, na província de Adiyaman, informou nesta quinta-feira (5) a imprensa turca.
Embora os fatos tenham sido divulgados nesta semana, o corpo da adolescente foi encontrado em dezembro, após ter sido dada como desaparecida por 40 dias.

Segundo os legistas, a garota teria sido enterrada viva e consciente, porque a autópsia apontou que não houve sinais de violência ou envenenamento, mas achou uma grande quantia de terra em seu estômago e em seus pulmões.
Uma denúncia anônima ajudou a localizar o corpo, possivelmente um membro arrependido da família ou um vizinho.
O pai e o avô da vítima estão presos preventivamente à espera de julgamento, ambos são acusados pelo assassinato.
Conforme a imprensa turca, o pai disse que família se sentia "infeliz" pelo fato da menina ter amigos homens, o que indica um novo caso de crime de honra.

Crimes deste tipo normalmente ocorrem em regiões atrasadas da Turquia e em bairros pobres das grandes cidades, quando o conselho familiar decide que um membro do clã violou as normas tradicionais da "honra".
Nestes casos, se incita as crianças da família a cometerem o assassinato já que as penas de prisão para estes são menores.
Pelos cálculos de diversas ONGs ocorrem em torno de 300 crimes de honra por ano na Turquia.

Fonte: G1

NOTA: O que faltou à reportagem foi dizer que tal prática é comum em localidades imersas nas tradições mais radicais do islamismo. Sim, não é uma "exclusividade turca", não! Em regiões díspares, como Arábia Saudita, Argélia, Marrocos, Líbia, Qatar, etc., há casos (alguns notórios) de uma extrema perversidade contra as mulheres, com seções de apedrejamento público (inclusive de meninas-esposas) e o enterro de pessoas vivas.
Esse, prezado leitor, é o desdobramento natural do terror extremista que começa com tentativas aparentemente despretensiosas de se implantar o islamismo como regente de todos os aspectos civis - como na sharia -, o que geralmente culmina com a completa supressão da liberdade de expressão e, mais radicalmente, com manifestações grotescas de "justiça" e "honra", como as que estão sendo denunciadas na Turquia.

artureduardo.blogspot

QUANDO O MELHOR É SE AFASTAR

Davi pensou assim: —Algum dia Saul vai me matar. A melhor coisa que posso fazer é fugir…” – 1 Samuel 27.1

A convivência com Saul não estava fácil.
e um momento para o outro o homem pegava sua lança e atirava contra Davi para matá-lo.
Davi fazia o melhor que podia e se esquivava da lança.
Saul chorava, se arrependia, e Davi dava-lhe uma nova chance (afinal todos têm seu dia de mal humor).
Mas, dali a pouco, o ciclo se repetia: mais uma lança arremessada contra ele, mais uma vez ele se esquiva, mais uma vez Saul chora, e começa tudo de novo.
Num determinado momento, Davi tomou uma sábia decisão: ele se afastou de Saul.
Ele sabia que, se não fizesse isso, Saul acabaria matando-o.

Sim, é necessário ser sábio para fazer isso, pois, a palavra de Deus nos fala de perdão (se necessário, até setenta vezes sete ao dia), de paciência, de compreensão, de amor.

Mas, ela também nos ensina, como neste caso de Davi e Saul, que, quando um relacionamento está adoecido, tirando nossa paz e ameaçando nos matar, é melhor nos afastarmos.
Não se trata de um distanciamento promovido pelo ódio, nem algo do tipo “tô de mal”.

Trata-se de um distanciamento por amor à paz, trata-se de um afastamento respeitoso, amigável, sábio e consciente, nada feito no calor das emoções.

Após falar de alguns a quem é melhor mantermos distancia, Paulo falou que o Deus de paz esmagará satanás (Rm 16.17-20).

Satanás consegue esmagar aqueles que insistem em relacionamentos destrutivos.
Mas, quando nos afastamos por amor à paz, ainda que a princípio seja difícil, é satanás quem é esmagado.

Há tempo de abraçar e de tempo de afastar-se (Ec 3.5). Feliz é aquele que sabe o tempo de cada um. O fruto deste discernimento será a paz para a qual Deus nos chamou (1 Co 14.33).

Pr Edmilson


O clima no pequeno apartamento de Mumbai onde Neha Sawant vivia é sombrio desde que a adolescente de 11 anos foi encontrada enforcada em uma corda presa pela janela.

Isso já faz várias semanas, mas seus pais ainda não superaram o choque.
Eles parecem confusos e cansados.
A avó de Neha, ainda perplexa, diz em uma voz embargada: “Nossos cérebros não estão funcionando. Ainda não podemos acreditar nisso”.
Aos 11 anos, Neha é uma das adolescentes mais jovens a cometer suicídio em Mumbai.


Mas as estatísticas sugerem que mais e mais adolescentes estão se matando na cidade, que é o centro financeiro da Índia.

Ocorrência diária
Inexplicavelmente, os suicídios de adolescentes se tornaram quase uma ocorrência diária no Estado de Maharashtra – um dos mais desenvolvidos do país – e em sua capital, Mumbai.
O total de suicídios de adolescentes desde o começo do ano até o dia 26 de janeiro já era de 32, numa média de mais de um por dia.
Apesar de não haver nenhum dado do mesmo período em 2009 para comparação, há um consenso entre as autoridades preocupadas de Mumbai de que os suicídios de adolescentes estejam saindo de controle.
Também há um entendimento geral entre psicólogos e professores de que a principal razão para o alto número de mortes de adolescentes é a crescente pressão sobre as crianças para que se saiam bem nos exames escolares.

Mais de 100 mil pessoas cometem suicídio todos os anos na Índia, e três pessoas por dia tiram suas próprias vidas em Mumbai.
O suicídio é uma das três principais causas de morte entre as pessoas de 15 a 35 anos e tem um impacto psicológico, social e financeiro devastador sobre as famílias e os amigos.

Campanha
Estudante da escola Sharadashram Vidyamandir, em Mumbai
Pressão acadêmica sobre os estudantes é vista como possível causa
A diretora-geral assistente da Organização Mundial da Saúde (OMS), Catherine Le Gals-Camus, observa que mais gente morre por conta de suicídio em todo o mundo do que por todos os homicídios e guerras combinadas.

“Há uma necessidade urgente de uma ação global coordenada e intensificada para prevenir essas mortes desnecessárias. Para cada morte por suicídio há um grande número de familiares e amigos cujas vidas são devastadas emocionalmente, socialmente e economicamente”, diz ela.
Em Mumbai, as autoridades estão tão alarmadas com o tamanho do problema que começaram uma campanha, com o slogan “A Vida é Bela”, visando ajudar os estudantes a lidar com a pressão acadêmica.
Psicólogos visitam escolas públicas em Mumbai uma vez por semana para treinar professores que lidam com problemas dos estudantes.

Reuniões
A escola Sharadashram Vidyamandir conta com vários ex-alunos ilustres no país, como os ex-jogadores de críquete da seleção indiana Sachin Tendulkar e Vinod Kambli.
A escola vem promovendo reuniões de pais e mestres nas quais os pais podem receber dicas de como combater as pressões que as crianças enfrentam.
Apesar disso, as sessões não preveniram a morte de Shushant Patil, de 12 anos. Ele foi encontrado enforcado num banheiro da escola no dia 5 de janeiro.

Mangala Kulkarni é diretora da ala feminina da escola.
Ela diz que as famílias precisam adotar uma postura mais ativa quando se trata de evitar que os estudantes se sintam estressados.
“As crianças não percebem que elas têm mais caminhos do que apenas o sucesso acadêmico. Elas precisam ser levadas a perceber isso por suas famílias desde a infância”, diz.

Um serviço telefônico de ajuda em Mumbai, chamado Aasra, vem operando há vários anos para tentar combater o problema.
O diretor do serviço, Johnson Thomas, diz que os problemas que as crianças enfrentam hoje têm várias facetas.

“Elas enfrentam pressão dos colegas, têm problemas de comunicação com seus pais, relacionamentos desfeitos, pressão acadêmica e medo do fracasso”, afirma.

O Ministério do Interior estima que para cada suicídio de adolescente em Mumbai há 13 tentativas.
Cinema
Uma teoria por trás do recente aumento dos suicídios é a influência do lançamento recente de um filme de grande sucesso do cinema indiano, 3 Idiots (Três Idiotas), que tem uma cena na qual um estudante de engenharia é mostrado cometendo suicídio após um resultado medíocre nas provas.
O impacto do filme tem sido debatido e analisado em programas de televisão em horário nobre, com muitos especialistas acusando-o diretamente pelo problema.

Mas a psicóloga Rhea Timbekar, de Mumbai, argumenta que seria errado culpar o filme, o qual ela diz que se esforça para explicar que os pais não deveriam pôr muita pressão sobre seus filhos.
Timbekar diz que ela recentemente encontrou uma criança que não havia comido por quatro dias.
Os pais da criança disseram que estavam bravos com o filho porque ele tinha obtido apenas uma nota de 89% nos exames e era o terceiro aluno da classe, não mais o primeiro como nos anos anteriores.
“Pais assim precisam receber aconselhamento”, defende ela.
Timbekar diz que outra explicação para o alto índice de suicídios de adolescentes é o fato de muitas crianças lerem sobre histórias de suicídios nos jornais e decidirem tentar a mesma coisa elas mesmas.
Explicação simplista
Dilip Panicker, um conhecido psicólogo de Mumbai, diz porém que somente a pressão dos exames é uma explicação muito simplista para o problema.
“Em um certo nível, as pressões da escola e as expectativas dos pais são uma razão válida, mas elas sempre existiram”, ele diz.

“Na verdade, os pais costumavam bater nos filhos na nossa época. O que mudou é que hoje as crianças estão mais atentas, têm mais exposição. Elas são mais independentes. Então, elas se culpam pelo fracasso e tomam atitudes extremas”, afirma.

Alguns psicólogos argumentam ainda que a definição de adolescente precisa ser revista em 2010.

“O que fazíamos aos 14 ou 15 anos, as crianças de 11 estão fazendo hoje”, diz Rhea Timbekar.
Ela destrói a teoria de que as crianças são mais espontâneas ao cometer suicídio, ao contrário dos adultos que começariam com uma ideia, desenvolveriam um plano e terminariam com uma ação.
“Uma criança não acorda simplesmente numa manhã e decide que vai se matar naquele dia”, ela argumenta. “Alguma coisa se perdeu nas suas vidas muito antes, e os suicídios são uma manifestação disso.”

O declínio do sistema familiar tradicional da Índia também está sendo responsabilizado pelo problema.
Em uma cidade como Mumbai, onde é comum que ambos os pais trabalhem, as crianças tendem a se tornar reclusas e a passar muito tempo diante da televisão.
Para Dilip Panicker, há uma solução simples para o problema.

“Se os pais amarem os filhos incondicionalmente, com todos os seus sucessos e fracassos, o problema poderia ser reduzido consideravelmente”, diz.
O verbo

O PODER É AFRODISíACO

MAIS UM ARTIGO DA SOCIÓLOGA QUE SEMPRE ABRILHANTA ESTE BLOG, DESSA VEZ ANALISANDO OS ALTOS ÍNDICES DE POPULARIDADE DO PRESIDENTE. NÃO DEIXE DE LER.

Maria Lucia Victor Barbosa

Algumas pessoas não entendem a aceitação quase unânime de Lula da Silva.
Aconteça o que acontecer, pesquisas sempre registram assombroso e crescente prestígio do presidente da República.

Escândalos atingindo seus companheiros mais próximos de partido e de governo, algo que em outros países no mínimo traria descrédito à figura presidencial, não acarreta consequência sobre o mito do salvador da pátria cuidadosamente construído.
Apagões de transporte aéreo, apagões de energia, Educação no fundo do poço da mediocridade, Saúde em descalabro, estradas em estado calamitoso, nada perturba a paz e a alegria do presidente voador, que quando não se encontra em palanques ou sob as luzes das TVs está usufruindo de uma de suas inúmeras e maravilhosas voltas ao mundo.

No ano passado, o presidente que tanto criticou as viagens do seu antecessor passou 83 dias circulando pelo Brasil em campanha ilegal por Dilma Rousseff e 91 dias em 31 países.
Neste ano ele já visitou, somente em janeiro, sete Estados, sempre acompanhado por sua ministra da Casa Civil e candidata.
Entre frenéticos discursos Lula da Silva inaugura o que existe e o que não existe.

A popularidade do presidente, segundo alguns, vem do seu carisma. Será?
Se fosse tão carismático ele teria se alçado à presidência da República na primeira tentativa e não na quarta.
Outros atribuem o prestígio de Lula da Silva a sua genialidade.
Mas gênio não emite tantos disparates quando deixa de lado a leitura dos discursos oficiais e expande sua verve populista, entremeada de palavrões e ataques pesados aos adversários.
Na verdade, a aceitação de Lula da Silva vem de alguns aspectos já conhecidos e por mim já abordados em artigos, tais como: propaganda asfixiante, impressionante culto da personalidade, exposição em over dose da figura presidencial trabalhada como um pop star, “bondades” distribuídas aos ricos, aos pobres e a chamada base aliada, o que demonstra a velha máxima: “pagando bem que mal tem”.

Tudo isso seria suficiente para o endeusamento de Lula da Silva.
Mas tem algo mais que tem sido feito por ele mesmo.
Em arroubos megalomaníacos o presidente não cessa de se endeusar, de se auto-elogiar, de ensinar ao mundo seu exuberante êxito.
Ele sente prazer em exercitar sua autoridade, de se impor.
Por isso se diz que há algo afrodisíaco no poder.
Rendida, a massa que escuta apaixonada a violência verbal chega ao êxtase coletivo e se rende ao culto do chefe ou à sua imagem, o dá a ele o grande recurso para governar.
A Lula da Silva basta a imagem, o tom de voz, os esgares.
E quando a imagem se sobrepõe à verbalização temos o antidiscurso que justamente consagra o fascínio pela incoerência tão cara às massas.

Lula é a personificação do antidiscurso.
Some-se a isso o que Hannah Arendt denominou como “instinto de submissão: “um desejo ardente de se deixar dirigir, de obedecer a um homem forte”.
Isso explica um dos fatores da obscura adesão a uma imagem, a uma projeção idealizada que jamais resistiria a sua própria realidade tosca, incoerente, medíocre, vulgar.

Em sua magistral obra, “O Estado Espetáculo”, Roger-Gérard Schwartzenberg mostra como no fascismo a “multidão italiana se entregou ao Duce, o macho latino, de forma voluptuosamente submissa”.

E Hitler, demonstrando o comportamento machista do nazismo, declarou: “A grande maioria do povo se encontra numa disposição e num estado de espírito tão femininos que suas opiniões e seus atos são determinados muito mais pela impressão produzida sobre seus sentidos, que por uma reflexão pura”.
Também na obra acima citada se encontra o que disse William Gavin, que foi membro da equipe de Nixon: “O eleitor é fundamentalmente preguiçoso e em hipótese alguma se poderá esperar que ele faça o menor esforço para compreender o que lhe dizem.
Raciocinar exige um grau elevado de disciplina e concentração; é mais fácil impressionar.
O raciocínio repugna ao telespectador, ou então o agride, exige que ele concorde ou recuse;
uma impressão, ao contrário, pode envolvê-lo, solicitá-lo sem o colocar diante de uma exigência intelectual”.

Os marqueteiros, esses construtores de imagens, sabem tudo isso.
E os ególatras que alcançaram o poder praticam a sedução e a submissão das massas de modo espontâneo e masoquista.
Seu egocentrismo desenfreado, seu hedonismo patológico os torna megalomaníacos.
Entretanto, todos também sabem que paixões não são eternas.
Tampouco existem deuses mortais.

Note-se que a paixão dos venezuelanos por Hugo Chávez, outro macho latino com características fascistas, começa chegar ao fim.
Quanto ao presidente brasileiro é um homem de sorte incomensurável, mas sorte é algo aleatório e um dia pode acabar.
Recentemente Lula da Silva provou para si mesmo que não é imortal.
E começa a aprender o que ensinou Maquiavel: “Quem cria o poder de outrem se arruína”.
Ele que se cuide com Dilma Rousseff.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
Postado por David

Na continuação do julgamento de Geert Wilders, na Holanda, a sessão durou poucos minutos.

O Tribunal deu-se por competente para julgar a causa e indeferiu a maioria das testemunhas que a defesa queria, limitando-as a 3, dentre elas a psiquiatra Wafa Sultan, síria de nascimento e hoje residindo na Califórnia, EUA, e autora do livro "A God who Hates", apontado como um dos melhores livros sobre a vida num país muçulmano lançados no ano que passou (eu li e recomendo a quem puder encomendar, já que por aqui certamente não vai conseguir, já que nossas livrarias só oferecem best sellers com histórias tolas de vampiros).

No livro ela denuncia a opressão sofrida pelas mulheres no mundo muçulmano, além de muitas outras coisas, todas motivadas pela ignorância, principalmente em razão da religião, daí, inclusive o título: um Deus que Odeia.

O julgamento, então, está se transformando rapidamente num daqueles da época de Stalin em que tudo é apenas uma pantomima, um faz de conta em que o acusado de antemão já está condenado, já que não tem sequer o direito de se defender como pretende.

O curioso é ver um país como a Holanda, há poucos anos um baluarte na vanguarda dos direitos humanos, hoje entregue totalmente aos desejos da ainda minoria muçulmana que vai impondo a sharia (lei do Corão) ao resto do país. O que virá a seguir?

blogdodavidborPostado por David


Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
De sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parad
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais - tu serás um homem, ó meu filho!

(Rudyard Kipling, em tradução de Guilherme de Almeida)/por criacionista


Médico fundador do Instituto do Sono de Santos (SP), Dr. Faustino Pacheco Filho, fala sobre a relevância da população conhecer as consequências dos distúrbios do sono

Insônia, ronco e sonolência excessiva são queixas comuns de muitas pessoas.
Segundo pesquisa* do laboratório farmacêutico Roche, divulgada em maio de 2009, mais da metade dos brasileiros (52,9%) declara ter problemas com o sono (16,3% dormem mal e 36,6% às vezes dormem bem ou mal).

Distúrbios tão frequentes que, em geral, não motivam uma visita ao médico, e além de consequências como irritabilidade e falta de concentração, podem levar a resultados mais graves como hipertensão, depressão, isolamento social ou mesmo à morte.

Em entrevista ao Guia-me, o neurocirurgião Faustino Pacheco Filho conta como surgiu seu interesse em estudar os distúrbios do sono e testemunha o que o motivou a criar o Instituto do Sono de Santos.
O médico cita os principais problemas que interferem no repouso principal do dia, fala sobre quantidade e qualidade do sono, explica o exame de polissonografia, e reitera a importância da população estar atenta aos distúrbios.

Guia-me: Como surgiu o interesse de dedicar-se ao estudo do sono? Soube que uma história pessoal o estimulou. Gostaria que o senhor contasse um pouco a respeito.
Dr. Pacheco: Realmente, o meu interesse por sono surgiu em decorrência do fato de eu ser médico, com especialidade em neurocirurgia e ter sido acometido no ano de 2000 de um AVCH ( acidente vascular cerebral hemorragico AVCH) que me deixou com sequelas, uma hemiplegia à esquerda.
Isto me impossibilitou para a cirurgia.
A princípio, fiquei muito decepcionado com o fato, deprimido mesmo, e pensava: o que fazer?
Tenho três filhos, esposa para sustentar, como vou fazer para dar continuidade a minha vida?
Sempre fiu cristão, mas a verdadeira fé só descobri neste momento.
Deus não nos desampara! Foi quando pensei: vou trabalhar com os distúrbios do sono, mesmo porque fui vítima de um deles, a Síndrome da Apnéia e Hipopnéia Obstrutiva do Sono.
Fui estudar a respeito dos distúrbios do sono e aqui estou trabalhando, e muito, para evitar que como eu outras pessoas possam adoecer.

Guia-me: Como nasceu o Instituto? O senhor atua ainda como neurologista?
Dr. Pacheco: Atuo como neurologista.
Nunca deixei de exercer a neurologia, isto porque para ser um neurocirurgião há necessidade que se saiba neuroclínica.
Confesso que não me imaginava trabalhando com sono se não tivesse tido este AVCH.
Hoje, vejo que foi a mão de Deus. Ajudo muito mais as pessoas agora com toda certeza.

Guia-me: Como é possível ter um sono de qualidade diante de uma vida moderna, com trabalho desgastante, trânsito, luzes em excesso etc?
Dr. Pacheco: É difícil, mas não impossível.
Costumo dizer que a melhor coisa é ter Paz.
Não ir para a cama com raiva, mágoas.
Devemos nos libertar desses sentimentos, aí ja teremos 80% do caminho andado.
O restante, a ciência faz, com medicamento, orientação etc.

Guia-me: É possível definir a quantidade de sono ideal para uma criança, um jovem e um adulto?
Dr. Pacheco: Estudos nos mostram que as crianças necessitam de mais horas de sono que o adulto, isto porque ela está em desenvolvimento, crescimento.
Sabemos por exemplo que o hormônio do crescimento é liberado especialmente durante o sono.
Mas há um engano por parte das pessoas quando acham que temos que dormir pelo menos oito horas por dia. Isto é um engano.
Temos que dormir o tempo que for necessário para que no dia seguinte nos sintamos bem, descansados e dispostos para a jornada diária.
Então, existem pessoas que se sentem bem no dia seguinte com apenas seis horas de sono, outras, necessitam de oito a dez horas de sono, e ainda há aqueles que necessitam de doze horas de sono para sentirem-se descansados no dia seguite.
São os chamados: curto dormidores, médio dormidores e longos dormidores.
Depende muito de pessoa para pessoa a quantidade de horas para dormir. Importante ainda é dizer que qualidade de sono não pode ser confundida com quantidade de sono.
Uma pessoa pode dormir por muitas horas e ter uma qualidade de sono péssima.

Guia-me: Quais são os distúrbios do sono que o senhor atende com mais frequência em seu consultório?
Dr. Pacheco: Há muitos distúrbios do sono, mais de cem, mas os mais frequentes são: Sindrome da Apnéia e Hipopnéia Obstritova do Sono (SAHOS), Sonambulismo, Síndrome das Pernas Inquietas (SPI), Insônia, Sonolência excessiva, Narcolepsia, Terror noturno etc.

Guia-me: Quais são os mais graves?
Dr. Pacheco: Considero os mais graves a Síndrome da Apnéia e Hipopnéia Obstrutiva do Sono que se não tratada a médio, longo prazo, pode acarretar problemas cardiovasculares como: AVC, infarto, Hipertensão e outros relacionados.
Este distúrbio pode acometer crianças, mulheres e homens.
Deve ser tratado com seriedade, principalmente se tratando de uma criança.
A insônia também é bem frequente e deteriora a vida da pessoa, a Síndrome das Pernas Inquietas. Estes distúrbios comprometem muito a qualidade de vida do paciente se não tratados adequadamente e podem comprometer a vida de outras pessoas também.

Guia-me: Como funciona a polissonografia? Para quem ela é indicada?
Dr. Pacheco: A polissonografia é um exame feito geralmente durante a noite, onde as variáveis do sono são monitoradas e registradas como: eletroencefalograma, eletro oculograma, eletrocardiograma, eletromiograma de mente e/ou permas, fluxo aéreo nasal e bucal, microfone para detectar o ronco, oximetria.
Este exame também pode ser registrado por vídeo.
Com ele podemos detectar como é a noite de sono do paciente, se ele tem algum distúrbio do sono e qual, para que se possa dar a terapêutica indicada para cada caso.
É bem comum um mesmo paciente ter mais de um distúrbio do sono.

Guia-me: Em sua opinião, as pessoas dão a devida importância aos distúrbios do sono?
Dr. Pacheco: Este é um assunto novo.
As pessoas precisam ser esclarecidas a respeito dos distúrbios do sono e suas consequências.
Ainda há muita desinformação a respeito, mesmo no meio médico.
Quando as pessoas são esclarecidas a respeito, elas buscam atendimento médico.
É muito importante que principalmente os profissionais de saúde saibam detectar quando o paciente é possível portador de um distúrbio do sono e encaminhá-lo para um especialista nesta área.

Guia-me: Quais são as consequências mais graves?
Dr. Pacheco: Depende do tipo distúrbio, mas vai desde irritabilidade, falta de concentração, memória, sonolência diurna excessiva, depressão, hipertensão e outros como isolamento social, além de que outras pessoas do convívio familiar estarão envolvidas com o problema deste paciente: há casos de separação de casais.
Não devemos deixar de registrar que muitas vezes tais distúrbios podem levar a morbidade ou mortalidade.
* A pesquisa entrevistou mais de 42 mil pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Vitória, Recife, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Curitiba.

Fonte: Guia-me



Religião foi oficializada pelo governo e é praticada nacionalmente.
Rituais lembram a umbanda e o candomblé brasileiros.
Em meio à situação de catástrofe humanitária vivida pelos haitianos após o terremoto que devastou o país no dia 12 deste mês, o cônsul do Haiti em São Paulo foi pego numa declaração dizendo que toda aquela tragédia era culpa de uma 'maldição' feita 'pelos africanos que moram lá'.
Tentando associar a 'maldição' à 'macumba', George Samuel Antoine quis dizer basicamente que o terremoto foi culpa do vodu - religião amplamente praticada pelos cidadãos do país.

No dia seguinte, o cônsul pediu desculpas pelos comentários - ele ainda disse que a 'desgraça de lá' estava sendo 'boa pra gente aqui'.
Mas o "flagra", segundo analistas entrevistados pelo G1, mostra um preconceito que há muitos anos domina a elite ocidental de maneira geral: a visão de que o vodu é uma crença primitiva e de que seria responsável pelo atraso social e até econômico do Haiti.

A religião existe antes mesmo da criação do país.
Uma versão amplamente aceita da história da independência do Haiti, em 1804, conta que a revolta dos negros teve origem em um ritual de vodu.

"O vodu é central na história haitiana e atinge a maior parte da população", explica o antropólogo e professor do programa de pós-graduação em antropologia social da UFRJ Federico Neiburg.
Segundo ele, a religião foi construída nas Américas por escravos, como o candomblé no Brasil, e mistura elementos de cultos africanos com o cristianismo.
Há entidades que são associadas com santos, e datas festivas católicas que são celebradas pelos praticantes do vodu. "Junto com o vodu, surge uma língua, que é o crioulo, que também é uma mistura."

Apesar de o vodu estar profundamente atrelado à tradição e aos valores nacionais, houve durante muitos anos uma perseguição aos seus praticantes no Haiti.
"A elite haitiana que fez a revolução olhava mais para a França do que para a África. Esse olhar fez com que, durante quase um século, até o início do século XX, a elite haitiana tivesse uma relação paradoxal: rejeitavam o vodu, embora muitos integrantes conhecessem e até praticassem a religião. Eles colocavam a prática como a causa do atraso da nação. Isso começou a mudar na década de 1920 e 1930, no contexto da ocupação norte-americana do país. Essa ocupação (de 1915 a 1934) produziu na elite um sentimento nacionalista e uma volta do olhar para a África", explica o professor Neiburg.

O vodu ainda sofreria um outro revés, em 1940, quando houve uma campanha contra a prática no país. A religião só foi reconhecida oficialmente pelo Estado com a promulgação da Constituição de 1987, que também reconheceu o crioulo como um dos idiomas oficiais do país.

Conheça um pouco sobre os rituais do vodu haitiano:

Iniciação e casamento com espíritos
Segundo a cientista social e doutoranda em antropologia Flávia Dalmaso, que esteve no país presenciando cerimônias de vodu, a iniciação é feita com dança, comida e incorporação de espíritos. Mas isso tudo depois que o iniciado passa uma semana no ‘oufo’, que é local do culto.

Os casamentos, que são realizados entre pessoas e espíritos, também são celebrados geralmente com dança e comida.
Na cerimônia presenciada por Flávia, um homem se casou com um espírito que havia solicitado o matrimônio.
"A pessoa que encarnou o espírito usou um vestido de cetim zul, que era a cor preferida da entidade, e o noivo estava de branco."
Homem pratica ritual em julho de 2000, no norte de Porto Príncipe (Foto: Thony Belizaire/AFP )
Flávia disse que as cerimônias variam, mas que geralmente quem realiza o matrimônio é um 'père’ - pessoas que fizeram o seminário católico, mas não chegaram a ser padres. Eles se vestem como padres católicos, leem preces e jogam água benta.
"É uma figura muito importante no vodu. Estão presentes na iniciação, nas novenas e realizam casamentos", explica ela.

Após se casar com um espírito, o praticante deve respeitar seu desejo e passar um dos dias da semana sozinho, sem sair com ninguém.

Cerimônias e possessão
As cerimônias de vodu haitiano têm música e dança.
As mulheres geralmente usam lenços na cabeça e dançam descalças.
De acordo com o antropólogo José Renato Baptista, que está terminando o doutorado sobre o vodu e ficou um ano e meio no Haiti, algumas danças são muito sensuais, valorizando o movimento dos ombros e dos quadris.

"As cerimônias são marcadas pelo ritmo, é uma música forte, muito interessante, agitada, tocada normalmente por três ou mais tambores, mais ou menos como o nosso candomblé", explica ele.

Já a questão da possessão, segundo ele, "é um grande mistério". "É uma discussão profunda. Partimos do pressuposto de que aquela experiência se baseia numa verdade vivida por aquelas pessoas."
A possessão ocorre em situações específicas e, segundo José Renato, é parte fundamental da religião à medida que é uma forma de contato privilegiado com as divindades.
O chefe religioso é o ‘ougan’ - o equivalente ao nosso pai de santo.
O equivalente feminino ao ougan é o ‘mambo’.
São eles que percebem a presença das entidades - os 'loan'. Isso pode acontecer por cartas, ou por pessoas que passam por crises pessoais.
"Essa relação com os loan pressupõe uma relação com ancestrais ou uma relação mítica. O pressuposto fundamental é servir a uma divindade. Muitas vezes esse loan é uma herança familiar, um ancestral que se manifesta, que vem para ajudar ou cuidar de seus parentes. A formação do vodu tem muito a ver com essa idéia do culto aos ancestrais", explica o antropólogo.

Sacrifício animal
Diferentemente das religiões de origem africana praticadas no Brasil, no vodu haitiano o sacrifício animal é realizado publicamente.
O animal é morto, seu sangue é utilizado em determinadas ações rituais e depois a carne é preparada e servida como comida na cerimônia.
O sacrifício é realizado como uma oferenda para as divindades.
O animal é sacrificado em homenagem às entidades.
Depois, a carne é preparada e servida para os seguidores.
Na foto, um sacrifício durante ritual em abril de 2003 (Foto: Thony Belizaire/AFP)


Zumbis
A simbologia do zumbi é muito conhecida no Ocidente principalmente por terem sido imortalizados no cinema, em filmes como "The white zombies" (de Victor Halperin, 1932) e "A noite dos mortos vivos" (dirigido por George Romero, em 1968).
O zumbi seria uma pessoa que ingere uma substância, tem uma morte aparente e, depois de enterrada, é tirada do túmulo e fica num estado letárgico sob os comandos de alguém.

Segundo José Renato, o zumbi é, antes de tudo, um escravo. "Existe todo um mito em torno das ideias de envenenamento, de utilização de magia no Haiti. Há um preconceito construído em torno disso.
Eu vivi um ano e meio no país e nunca vi um zumbi.
Muitas vezes, quando alguém fala de zumbi, pode ser uma pessoa abandonada pela família, há casos de pessoas que perdem a memória e essa pessoa pode ser apropriada como um empregado não remunerado.
Há uma mística em torno da figura, mas eu não duvido que exista."

Segundo ele, no norte do país, nas plantações de cana, fala-se que a riqueza de certos fazendeiros advem de terem muitos zumbis trabalhando.

"A ideia da mão-de-obra escrava tem muito a ver com isso, é preciso contextualizar", explica José Renato.

Fonte: G1.com.br NTGospel.com

No roteiro, Eli (Denzel Washington) é um viajante que está na estrada há 30 anos, em direção ao oeste da América, depois de uma guerra cataclísmica que transformou a terra num deserto total.

O mundo tornou-se uma civilização sem lei, onde as pessoas precisam matar ou ser morto.
As estradas estéreis pertencem a bandos de assassinos que roubam e matam por água, um par de sapatos, um isqueiro, ou apenas por diversão.

Eli é um homem pacífico, que só age em legítima defesa, e se torna um guerreiro com incríveis habilidades de matar quando é desafiado. Depois da guerra e do "Big Flash", Eli é guiado por um poder superior a um livro escondido e recebe a tarefa de proteger o livro e levá-lo ao seu destino final.
Eli protege o livro com a própria vida, porque sabe que só através dele existe a esperança para o futuro da humanidade. Este livro é um exemplar da Bíblia Sagrada, na tradução King James.

Fora das telas, Denzel Washington é filho de pastor e se identifica como um cristão evangélico.
A fé cristã é o foco num filme hollywodiano de ficção científica.

E.A.G.


Paquistão: 99% das garotas cristãs de famílias pobres são contratadas por ricos muçulmanos, e muitas vezes são abusadas fisicamente, psicologicamente e sexualmente.


Sexta-feira, uma cristã paquistanesa de apenas 12 anos morreu, como resultado de tanta violência física impetrada por seu empregador, um rico advogado islâmico em Lahore.
O caso levou a vários protestos da comunidade cristã, que protestou em frente à Assembleia Regional de Punjab em Lahore.
Até o próprio presidente paquistanês Zardari prometeu compensar a família.

Uma ONG protestante, Sharing Life Ministry Life (SLML), informou o caso que Shazia Bashir, 12 anos, estava empregada pelos últimos oito meses como empregada doméstica na residência de Chaudhry Muhammad Naeem, um advogado e ex-presidente da Associação dos Bares de Lahore.

Cristãos locais disseram que, neste tempo, a garota foi vítima de constantes assédios, e que ela foi estuprada e torturada antes de ser morta.
O coordenador chefe da SLML, Sohail Johnson, disse que a garota não recebia sequer o salário combinado (de apenas cerca de US$12).
O ativista cristão disse que a garota era insultada sempre que cobrava o pagamento.

Três dias antes de sua morte, seu empregador a torturou.
Depois, ele tentou tratá-la em sua casa sem informar à sua família sobre o seu real estado de saúde. Por fim, o tratamento que seu empregador deu não deu certo e ela teve que ir ao Hospital Meo, em Lahore.

"Não foi permitido que os pais de Shazia a vissem. Eles não sabiam o que estava se passando", disse Razia Bibi, a tia de 44 anos da jovem morta.

Então, na sexta-feira, Shazia morreu.

Sohail Johnson ainda disse que seu corpo mostrava sinais de tortura com pelo menos 12 marcas de ferimentos. "Shazia entrou no hospital com a mandíbula quebrada", acrescenta Johnson.

Inicialmente, a família de Chaudhry Muhammad Naeem tentou subornar a família de Shazia com cerca de US$250, a fim de que a família de Shazia não o denunciasse.
Eles fugiram, mas foram presos ontem, sob pressão do governo federal.

Sohail Johnson mostrou outro caso bastante triste: 99% das garotas cristãs de famílias pobres são contratadas por ricos muçulmanos, e muitas vezes são abusadas fisicamente, psicologicamente e sexualmente.
"Em alguns casos, seus empregadores as casam com funcionários muçulmanos, e as convertem ao Islão pela força".

"Estas garotas cristãs vulneráveis não tem qualquer proteção do Estado. Nós pedimos ao governo que assegure a proteção destas garotas desfavorecidas", o coordenador da SLML disse.

O presidente do Paquistão Asif Ali Zardari prometeu uma compensação de cerca de US$ 6.000 para a família da garota e urgiu que o governo de Punjab oferec esse ajuda financeira também.
O dinheiro cobrirá o funeral de Shazia Bashir, que já deve ter acontecido hoje, em Lahore.

Fonte: Mídia Sem Máscara



O namoro e o noivado são períodos reservados para o casal conhecer a personalidade um do outro.
Durante esse tempo de ajustes, alguns relacionamentos se tornam confusos porque os jovens apresentam incompatibilidade de gênios, dando origem a brigas que já sinalizam dificuldades no relacionamento.

Quando surge a primeira discordância se questionam: “Será que esse relacionamento é de Deus?”
É claro que nesse período é mais do que natural surgirem opiniões contrárias, pois as pessoas são diferentes e pensam de maneira diferente.
Mas é preciso avaliar até que ponto é possível ceder pelo outro, sem que haja frustração.

Quando duas pessoas temperamentais se unem, é certo que os ânimos se exaltarão no momento em que discordarem em algum ponto.
É preciso observar se no decorrer do namoro ou noivado o amor influenciará na mudança de atitudes ou se tudo permanecerá da mesma forma com o passar do tempo.
É ilusão pensar que após o casamento haverá mudanças, já que no noivado não houve reconhecimento do erro e capacidade para mudar.

Um casal que não se entende leva para o casamento e para os futuros filhos um péssimo exemplo de vida.
Filhos criados em um lar conturbado certamente serão “filhos-problema”.
Não se pode dar o que não se tem.

O namoro e o noivado existem para o casal se conhecer e amadurecer na vida pessoal.
É preciso conviver e conversar bastante nesse período.

O que a maioria dos casais de namorados ignora é que a vida espiritual de uma pessoa vai refletir muito de sua personalidade dentro do casamento.

Quando há incompatibilidade de gênios, não há ali o domínio do Espírito Santo: Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo? (Amós 3:3)
Se, repetidamente, há ofensas em meio a discussões, sem que haja arrependimento e conserto da parte do ofensor e perdão da parte ofendida, ainda que façam as pazes e pareça que tudo está em paz, o quadro certamente se repetirá.

É preciso ter entendimento na hora de decidir, pois os jovens sentem dificuldades de discernir as coisas, quando o coração fala mais alto.
Um gênio altivo precisa ser trabalhado ou será uma saia justa por toda a vida.

Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? (Mateus 7:16)

Agência Unipress Internacional
Nilbe Shlishia

CAPTAIN OF MY SOUL



Captain of my soul
por Leonor Barros

A história é comovente, tão comovente que quase parece ficção.
Um líder político, presidente de um país a braços com a reconciliação do seu povo, separado durante 42 anos por um regime vil de segregação racial, um desporto reservado à minoria africânder e desprezado pela maioria negra, símbolo do país oprimido e dividido, e a tentativa de harmonizar as diferenças, apagar cores e construir uma identidade colectiva através desse mesmo desporto, o dealbar de uma nação unida.

Esta estratégia de uma raríssima inteligência e intuição catapulta para a ribalta o capitão de equipa que a pedido do Presidente eleva os Springboks e, com eles, a nação, gritando em uníssono por um mesmo objectivo.

Negros e brancos finalmente unidos.
Nada seria igual dali para a frente.
Se juntarmos a este argumento baseado no livro de John Carlin, Playing the enemy – Nelson Mandela and the game that made a nation, a realização de Clint Eastwood, Morgan Freeman no papel de Nelson Mandela e Matt Damon como François Pienaar, o capitão de equipa de Nacional de râguebi, Springboks, obtemos um filme intenso, com momentos comoventes e empolgantes e a sensação de sermos mais um dos espectadores em Ellis Park a torcer pelos Springboks, sabendo secretamente que torcemos pela igualdade de direitos, pela reconciliação e pelos ideais de liberdade tantas vezes apregoados e outras tantas esquecidos. Martin Luther King orgulhar-se-ia do sonho realizado, o muro das diferenças derrubado não por decreto mas pela comunhão de um mesmo pulsar. E assim, uma nova alma e um novo país.

E diz-se por aí que Invictus não será o melhor filme de Clint Eastwood, depois de Million Dollar Baby e de Gran Torino, mas Invictus é certamente um filme belíssimo, sustentado pelo desempenho sóbrio e inexcedível de Morgan Freeman e Matt Damon.

As cenas do jogo de râguebi são de uma rara beleza e mesmo sabendo da história que os Springboks venceram os All Blacks naquele 24 de Junho de 1995, continuamos suspensos e vibramos na expectaiva da vitória, metáfora de esperança de um país que consegue finalmente gritar pelo mesmo ideal, um nós que substitui o eles proferido e praticado ao longo de quatro décadas de segregacionismo bóer.

E Invictus de William Ernest Henley que perdura no ouvido It matters not how strait the gate/ How charged with punishments the scroll/ I am the master of my fate:/ I am the captain of my soul.

por delitodeopiniao

A velha e conhecida história nos ensina que “o pior cego é aquele que não quer ver”. Isso é muito verdadeiro em relação à depressão e, por essa razão, vale a pena perguntar por que motivos, pessoas que sofrem terrivelmente de um distúrbio de humor tão grave como a doença depressiva, recusam-se, muitas vezes, a ir em busca de ajuda.

Vejamos algumas possíveis respostas:

1. O Preconceito
Apesar de estarmos já no terceiro milênio, com todos os avanços da educação, da medicina, da farmacologia e das neurociências, estranhamente, observamos que prevalece ainda um forte preconceito, mesmo por parte dos pacientes, contra a doença chamada depressão.
Esse preconceito é um dos principais motivos pelos quais os profissionais de saúde são por eles evitados.

2. Temor de Serem Consideradas Anormais

É óbvio que, o que ocorre com as demais doenças consideradas psicogênicas ou psiquiátricas, também a depressão é erroneamente considerada por alguns, como algo que foge da normalidade.

Daí o procurar-se evitar a qualquer custo o tratamento, ou adiar o quanto for possível, uma consulta com um psiquiatra, o que seria a primeira providência a ser tomada.

Tentar educar essas pessoas e alertá-las para o fato do risco que correm, caso continuem a agir assim, é uma tarefa não apenas dos profissionais de saúde, mas de todas as pessoas esclarecidas da sociedade.
3. Convicção de Que Estão Apenas Tristes

Como o leitor com certeza deve saber, a psicanálise descobriu que quando uma pessoa não quer ou é incapaz de aceitar algo que para o seu ego é por demais dolorido, ela se utiliza, para se proteger, de um ou de vários mecanismos de defesa, especialmente estudados por Anna Freud, filha de Sigmund Freud.

No caso da doença depressiva, elas, inconscientemente, fazem uso de mecanismos de defesa conhecidos como racionalização e negação, procurando ficar convictas de que, o que estão sentindo é apenas uma tristeza mais intensa, que passará com o correr das horas ou dos dias.
Infelizmente, isso raramente acontece, mas mesmo assim, em alguns casos, a convicção permanece.

4. Desconhecimento de Que Se Sofre de Doença Depressiva

Embora possa parecer estranho, a realidade é que, em certos casos, o indivíduo não busca tratamento psiquiátrico ou psicoterapêutico, não por que tenha medo ou preconceito, mas sim porque desconhece a sua condição de deprimido.

Isso normalmente acontece quando a pessoa sofre da chamada depressão secundária ou, se preferir, depressão mascarada.

Nesses casos, a doença depressiva não é primária, ou seja, não consiste no motivo principal das queixas, mas aparece como um quadro secundário, em relação a uma outra doença, normalmente física – considerada principal, ou em relação ao abuso do álcool ou a dependência de drogas.

Nessas condições, a depressão pode não ficar evidente ou não ser considerada como a queixa principal pelo médico psiquiatra e nem é percebida pelo paciente como um distúrbio isolado.

5. Medo de Ficar Viciado em Remédios

Essa causa realmente chega a ser surpreendente, mas, infelizmente, ela existe e possui uma força incomum: Algumas pessoas têm um medo mórbido de se tratarem, principalmente, pelo médico psiquiatra, porque temem ficar viciadas em remédios (psicofármacos).

Evidentemente, esse medo não tem razão de ser primeiramente porque, se elas sofrem de doença depressiva, precisam, de qualquer forma, tomarem os medicamentos prescritos, para ficarem curadas ou, no mínimo, terem uma qualidade de vida melhor.

Em segundo lugar, o temor também não se justifica porque, na maioria dos casos, ao contrário de outras categorias de medicamentos de ação central, como os ansiolíticos (calmantes), por exemplo, os antidepressivos não causam dependência.

Essas pessoas precisam ser orientadas para que deixem para trás a falsa crendice de que psicofármaco é, como dizem alguns, uma muleta psicológica, da qual devem ficar livres a qualquer custo (mesmo que esse custo seja uma péssima qualidade de vida!).

Elas precisam ser esclarecidas de que, assim como os diabéticos têm de tomar diariamente a sua insulina e os hipertensos têm de tomar diariamente o seu anti-hipertensivo; da mesma forma, os que sofrem de depressão precisam tomar o seu antidepressivo a fim de que vivam de uma maneira mais saudável.

Quando elas ficam sabendo sobre os tempos em que o único tratamento disponível para a doença depressiva era a eletroconvulsoterapia; ou sobre os terríveis efeitos colaterais dos primeiros antidepressivos, muitas acabam considerando uma verdadeira bênção poderem contar com os modernos psicofármacos.

6. Emoções e Pensamentos Distorcidos

Na verdade, esse é um motivo que advém da própria circunstância de se estar sofrendo de depressão. Isso porque a doença depressiva exerce um poderoso efeito que afeta os pensamentos e as emoções.

O indivíduo passa a ter pensamentos negativos e a se sentir incapaz de ajudar-se a si mesmo, pois, se a doença for severa, sua auto-estima praticamente deixa de existir.

Mais do que todos,esse tipo de paciente, em especial, precisa do apoio incondicional, da compreensão e do carinho de seus familiares e amigos próximos, a fim de que, com a ajuda deles, seja convencido a procurar um profissional de saúde mental.

3. Acreditar Apenas Na Força de Vontade

Finalizamos esta relação de itens que relatam fatores que impedem pessoas deprimidas de buscarem tratamento adequado, comentando sobre o aspecto força de vontade.

Algumas pessoas, apesar de depressivas, são extremamente contumazes e acreditam piamente que apenas a força de vontade fará com que fiquem curadas.

É bem verdade que a doença depressiva, quando não tratada, em alguns casos, pode melhorar, mas isso pode levar muito tempo, durante o qual, intenso sofrimento poderia ser evitado.

É preciso que elas entendam que, se fosse possível abolir a depressão simplesmente pela força de vontade, isso já teria acontecido há muito.
Mas, o que ocorre é o contrário, pois, a exemplo de qualquer outra, a doença depressiva cria raízes e fica mais difícil de ser tratada com o passar do tempo, piorando enormemente o prognóstico.

Essas pessoas precisam conscientizar-se de que, quanto antes procurarem ajuda profissional, muito maiores ficam as suas chances de uma recuperação completa.

E precisam também jogar na lata de lixo o mito de que força de vontade cura depressão, pois isso não passa de uma mentira que elas aplicam em si mesmas, prejudicando-se enormemente com tal forma de pensar.

Tony Ayres/psicoterapeutacristao.blogspot




Harriet Richardson Ames disse estar feliz por realizar um velho sonho.
Ela sempre ensinou, mas só conseguiu se formar oficialmente agora.


A norte-americana Harriet Richardson Ames formou-se bacharel em educação aos 100 anos, na última sexta-feira (22) no estado americano de New Hampshire, mas não "aproveitou" o diploma: ela morreu no dia seguinte.

Harriet morreu três semanas depois de completar seu centésimo aniversário, em 2 de janeiro.
Ela recebeu o diploma de professora, um velho sonho, em sua cama, pouco antes de morrer.

A professora aposentada se disse feliz por ter conseguido seu objetivo, segundo sua filha.

"Ela disse que tinha uma lista de objetivos na vida, e que este era o último", afirmou a filha, Marjorie Carpenter.

Harriet tinha um certificado de professora que ganhou em 1931, após ter estudado dois anos na Keene Normal School, hoje Keene State College.

Com ele, deu aulas em uma pequena escola em South Newbury, e depois passou 20 anos como diretora de ensino na Memorial School, em Pittsfield.

Ao longo dos anos, ela foi tendo aulas na Universidade de New Hampshire, na Plymouth Teachers College e na Keene State para angariar créditos para conseguir o diploma de curso superior.

Mas, com problemas de vista, ela teve de parar com as aulas depois da aposentadoria, em 1971. Ela nunca teve certeza se tinha obtido os créditos necessários para garantir o diploma.

Seu antigo desejo por se formar oficialmente veio à tona quando um professor de cinema entrevistou-a, em 2008, para um documentário sobre o centenário do colégio, celebrado no ano seguinte.

A escola então resolveu revirar seus registros e descobrir se Harriet tinha direito ao tão desejado diploma. Durante um mês, os responsáveis trabalharam rápido e chegaram à conclusão que sim.

"Ela queria ser o melhor que ela podia ser", disse Norma Walker, coordenadora de um grupo que reune ex-alunos.

Segundo Norma, Harriet disse, durante uma visita recente que, se morresse no dia seguinte ao dia em que se formasse oficialmente, morreria feliz, porque seu diploma "estava a caminho".

Os responsáveis da escola entregaram o diploma a Harriet em sua cama, na última sexta.

Norma, que conheceu Harriet em 1997 em um encontro de ex-alunos, disse que gostava de ouvir a idosa falar sobre seus alunos e sobre como ela os encorajava a ler.

"Ela é o tipo de pessoa que todo pais gostaria de ter como professora de seus filhos", disse Norma.

Norma afirmou que vai ler o conteúdo do diploma de Harriet durante suas cerimônias fúnebres, no próximo sábado. "Isso se eu não chorar", disse.

Paula Finnegan Dickinson, ex-aluna de Harriet em 1956 e hoje também professora, lembra da idosa como uma mentora e uma amiga querida.

"Com seu entusiasmo, os personagens dos livros viviam", disse. "Ela nos mostrou como a leitura abria as portas para outras experiências que nós jamais teríamos conhecido."

ACORDAR

Você sabe o que significa a palavra acordar?
Vamos separá-la em sílabas: a-cor-dar.
Viu? Pode-se dizer que acordar significa dar a cor, colocar o coração em tudo o que faz.

Existem pessoas que acordam às 6h da tarde. É isso mesmo! Pela manhã caem da cama, são jogadas, mas passam o dia todo dormindo (mesmo que estejam em pé).
Existem alguns que passam a vida toda dormindo e não conseguem acordar.

Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade.
Ele me disse: “Descobri que estou na profissão errada!”.
E ele já estava se aposentando... Imagine o trauma que ele criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família!
Foi infeliz durante toda a sua vida profissional porque simplesmente não acordou.
Eu, na época, era bastante jovem, mas compreendi o que ele estava me ensinando naquele momento. Por mais cinzento que possa estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele.
Sabe por quê? Porque a vida tem a cor que a gente pinta.

O engraçado é que os dias são todos exclusivos.
Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu.
Ele está ali, esperando que você e eu façamos com que ele seja o melhor da nossa vida.

Os meus olhos são os mais perfeitos da Terra, porque eu os faço os mais perfeitos da Terra.
Dê a você a oportunidade de a-cor-dar todos os dias e compartilhar com os outros o que Deus nos dá de melhor: o privilégio de fazer os outros felizes.

“O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo ao Senhor e não às pessoas”, nos diz a Bíblia.
As pessoas que colocam o coração no que fazem agradam ao próprio Criador e são grandemente recompensadas por Ele.
Deus corre os olhos pelo mundo à procura daqueles que são intensos de coração no que fazem.

reflexoes-amigos.blogspot

A BOMBA D`ÁGUA



“Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede.
Foi quando ele chegou a uma casinha velha – uma cabana desmoronando – sem janelas, sem teto, batida pelo tempo.
O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.
Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada.

Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa.
Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado: ‘Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo.
PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir’.

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água.
A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema: Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia pra próxima pessoa… mas talvez isso não desse certo.

Que deveria fazer?
Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida?
Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando?

Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba.
Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear… e a bomba começou a chiar.
E nada aconteceu!
E a bomba foi rangendo e chiando.
Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e, finalmente, a água jorrou com abundância!
A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina.
Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar.
Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela: ‘Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!’.

Podemos aprender coisas importantes a partir dessa breve história:

1. Nenhum esforço que você faça será valido se ele for feito da forma errada.
Você pode passar sua vida toda tentando bombear algo quando alguém já tem reservado a solução para você.
Preste atenção a sua volta! Deus esta sempre pronto a suprir sua necessidade!

2. Ouça atentamente o que Deus tem a te dizer através da Bíblia e confie.
Como esse homem, nós temos as instruções por escrito à nossa disposição. Basta usar.

3. Saiba olhar adiante e compartilhar!
Aquele homem poderia ter se fartado e ter se esquecido de que outras pessoas que precisassem da água pudessem passar por ali.
Ele não se esqueceu de encher a garrafa e ainda soube dar uma palavra de incentivo.
Se preocupe com quem está próximo de você, lembre-se: você só poderá obter água se a der antes. Cultive seus relacionamentos, dê o melhor de si!”

Fonte: Pastor Victor Hugo



ANIVERSÁRIO DA AMANDA



HOJE É ANIVERSÁRIO DA MINHA FILHA, AMANDA.

QUE DEUS VENHA TE ABENÇOAR LINDAMENTE,
OPERAR PODEROSAMENTE EM TODAS AS ÁREAS DA SUA VIDA E TE FAZER MUITO FELIZ.
QUE SEUS DESEJOS SEJAM REALIZADOS EM CRISTO JESUS.
PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

"E repousará sobre você o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor ao Senhor." Is.11.2

Orei pelo Haiti, antes da tragédia.



Lendo as palavras de Chris Duran (post anterior), certifico que Deus levantou pessoas em todo o mundo para orar pelo Haiti, antes mesmo da tragédia.
Se não fosse assim, a catástrofe seria pior.

Uma semana, antes do terremoto, chegou em minhas mãos, um livro
que eu havia emprestado para um amigo, agora falecido. Sua mãe mandou me devolver.
Senti, fortemente em lê-lo e meditar em suas palavras.
Estava a uma semana em jejum e consagração, ficando assim, vulnerável à voz do Espíto Santo.

Em uma parte do livro, a autora descreve a terrível experiência que passou, quando na sua cidade houve um terremoto.
Momentos de pavor, onde ela e sua família testemunharam o livramento de Deus.

Naquele instante o Espírito Santo me levou a orar por pessoas que passariam por terremotos.
Em Espírito, intercedi por longo tempo, por livramento dessas pessoas.
Meu coração, naquele momento estava apertado e o Espírito Santo chorava através da minha vida.

Creio que Deus, em seu zelo e amor, inclinou corações ao Haiti.
Toda vez que escuto notícias da tragédia, sinto dor em meu coração
e me pego orando por esse lugar.

Que Deus continue tocando corações para que as pessoas ajudem o Haiti.
Ouça a voz do Espírito Santo.
No post abaixo você encontrará como ajudar.
O Haiti precisa da sua ajuda!!!!!

Wânia Cardoso




O cantor/pastor Chris Duran em entrevista ao portal CREIO lembrou a visita que fez ao Haiti no mês de dezembro de 2009.
Na época, acompanhado da irmã e de outros missionários, visitaram Porto Príncipe para um projeto de evangelismo local.
“Vimos a dor e a miséria daquele local” contou.

Com objetivo de auxiliar famílias e ministérios no país, o pastor está promovendo uma campanha para angariar fundos para reconstrução.
Até o momento 75 mil pessoas foram enterradas por conta do tremor.
Além dos mortos, o governo calcula que 250 mil ficaram feridos e um milhão, desabrigados. Se a estimativa do governo se concretizar, serão 200 mil mortes causadas pela tragédia da semana passada.

Chris Duran compartilhou informações sobre os missionários no país.
final de 2009 ele lembra que visitou o Haiti, a convite de uma igreja.
orando em busca de resposta.
Até que, oito meses depois, uma pessoa o abordou e disse que ele deveria ir ao país.
Lá o líder ficou abismado com estado de pobreza e condição dos moradores.

Segundo o pastor o número de evangélicos do Haiti chega a 30% da população, e o Vuduísmo é muito forte, o que gera muitos conflitos espirituais.
Em uma das noites de celebração, o pastor Chris disse que ficou muito angustiado até que uma forte emoção tomou conta de si.
Comecei a chorar descontroladamente, era muito forte aquele sentimento.
Na mesma hora, percebi do que se tratava: era o Espírito Santo me usando para fazer um alerta àquele povo.
Era como se eu pudesse sentir sua tristeza e os males que o Haiti sofreria.
Foi sem dúvida uma grande revelação, vi o Espírito Santo chorando através de minhas lágrimas”, relembra.

Desde o dia da tragédia, Duran estabeleceu contato com a família que o acolheu na ocasião.
Segundo informações eles estão bem, mas a igreja foi destruída.
Por conta disto ele está preparando uma campanha para arrecadar fundos para auxiliar as famílias e a reconstrução do templo.
“Vejo a Igreja parada perante esses acontecimentos. Quero convocar todas as igrejas e ministérios para abraçarem comigo esta causa, podemos e devemos erguer esse povo, que tanto precisa. Desafio a todos a estarem comigo”, conclama.

Todo contato está sendo estabelecido por e-mail, pois, por conta dos tremores o serviço de telefonia de lá foi prejudicado.
Após ser informado pelo repórter que houve um novo tremor no Haiti na manhã do dia 20 de janeiro, pastor Chris Duran encerrou a entrevista para tentar, novamente, obter informações sobre os pastores no Haiti.

Quem tiver interesse em acompanhar Chris Duran ou ajudar na arrecadação de fundos para as vítimas dos terremostos no Haiti, deve entrar em contato:


Ministério Associação Chris Duran
(055) 21 24905820


Bradesco:
Agencia:3242
C/C:5492-5


www.chrisduran.com.br
contato@chrisduran.com.br

JESUS E A MONSTRUOSIDADE DO VAZIO





“Está em mim a minha ajuda, agora que me desamparou todo o auxílio eficaz?” (Jó 6.13)

Certo homem, numa manhã ensolarada, acendeu uma lamparina e foi para o mercado central de sua cidade gritando alucinadamente: “Procuro Deus, procuro Deus!”
O que leva um homem a tomar tal atitude? Estamos vivendo a “era do vazio”.
Cada vez mais os homens procuram meios para preencher o vazio de suas almas.

Se o século XX foi considerado “a era da ansiedade”, o século XXI já nasceu sob o estigma de “era do vazio”.

O vazio assusta.
Com um humor irônico, uma das famosas “Leis de Murphy” diz que “sempre que houver uma superfície vazia, alguém vai achar alguma coisa para colocar em cima”.

O vazio incomoda.
Esse sentimento estranho de que a vida está acinzentada, de que o céu perdeu o encanto, de que as estrelas perderam a graça faz com que a humanidade viva um dilúvio de dramas, depressões e loucuras.

Pessoas que, ao chegarem em casa ligam, ao mesmo tempo, a televisão, o aparelho de som e todo tipo de parafernália sonora, tudo com o único objetivo de fugirem da solidão, do vazio, do encontro pessoal.

O vazio tem o estranho talento de puxar as cartas e derrubar nossos castelos.
É o espelho estilhaçado da alma.
Em sua vitrine, os produtos não seduzem, a beleza é inútil, o rosto passa a ser ignorado.
Quando atravessamos sua ponte frágil, a vida parece perder o sentido.

Nietzsche, o filósofo alemão, em seu leito de morte, bradou: “Chamem uma multidão de pessoas porque o silêncio dói”.

O incrível do vazio é que ele é aliado da totalidade, vaza para todas as áreas, como uma enchente feita do nada, uma tempestade de sombras que projetam a dor e o acaso.
Nossa esperança está no fato de que Cristo enfrentou a face deformada do vazio e nos ofereceu a nova vida, plena, em seu abraço.

Na cruz, Jesus muda a essência da dor humana, absorve toda a potência que a monstruosidade do vazio podia apresentar e abre as portas do consolo e do carinho.
Não existe um vazio capaz de engolir o coração de Cristo, portanto, o coração de Jesus é o lugar da vida, do alívio e da esperança.
O próprio Jesus, conhecendo a turbulência que existe em nossa interioridade, disse: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mt. 11.29).

O vazio pode assustar, amedrontar e incomodar, mas termina quando a presença de Deus preenche as fontes da nossa existência.
Nenhum vazio pode destruir a alegria da graça de Deus!
Jesus é Deus preenchendo de conteúdo nossa insignificância.
É o Tudo no nada!


Alan Brizotti, escreve para Genizah

STRESS PODE CAUSAR CÂNCER





Cientistas descobriram que o stress pode causar alguns tipos de câncer.
O nervosismo que você passa no trânsito e no trabalho todos os dias realmente acelera o crescimento de tumores.

Qualquer tipo de trauma, emocional ou físico, pode ser o link entre mutações cancerosas e mudar sua condição de saúde. É a primeira vez que uma pesquisa realmente consegue mostrar que o estado emocional de uma pessoa realmente interfere no desenvolvimento de câncer – e não são só traumas muito sérios que têm esse efeito.

O stress de todos os dias (briga com o chefe, problemas no relacionamento e até mesmo o trânsito) afeta seu “ambiente emocional” e aumenta as chances de que você desenvolva a doença.

Os pesquisadores analisaram moscas de fruta e notaram que, ao contrário do que se acreditava até agora, para um tumor crescer uma única célula não precisa ter mais do que uma mutação causadora de câncer.
A verdade é que as mutações podem originar o tumor mesmo se estiverem em células separadas, porque o próprio stress acaba “abrindo um caminho” entre elas.
E é muito mais fácil que um tecido acumule essas mutações em células diferentes do que na mesma célula.

Ou seja, reduzir ou evitar a quantidade de stress diária não é só para o seu bem estar psicológico: é, mais do que nunca, uma questão de bem estar físico. [Telegraph]

"O casamento santifica a intimidade"





Em entrevista exclusiva ao Guia-me, o escritor e teólogo Hernandes Dias Lopes,falou sobre sexualidade saudável, superficialidade relacional, entre outros fatores existentes no casamento.

''A família e o casamento são projetos de Deus, apesar das dificuldades que enfrenta''.
Esta foi a ideia que o Rev. Hernandes Dias Lopes busca propor a todos que têm visto e ouvido suas palestras sobre relacionamento.

Autor do livro ''Casados e Felizes'', o pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória tem orientado pessoas de todo o Brasil, com seminários e encontros.

Em entrevista exclusiva ao Guia-me, o teólogo e escritor compartilhou um pouco de sua experiência como conselheiro matrimonial, falou sobre superficialidade no casamento, sexualidade saudável, o poder da pornografia dentro dos lares e a dificuldade de se falar sobre sexo dentro das igrejas.
Confira abaixo a entrevista na íntegra:

Guia-me: A família foi instituída por Deus ou é uma ideia humana?
Rev. Hernandes Dias Lopes: A Família foi criada por Deus. A família prexiste, - obviamente falando do casamento e desembocando em família - ela prexiste à igreja e ao estado.
É instituição divina, então o casamento e a família não são ideias do homem, são ideias de Deus.
Por isso a família é uma instituição indefectível, mesmo que ela enfrente turbulências e crises até o Senhor Jesus voltar, haverá família.

Guia-me: Existem limites para a intimidade sexual dentro do casamento?
Rev. Hernandes Dias Lopes: O casamento implica em intimidade.
Ele legitima e santifica a intimidade.
Do ponto de vista da sexualidade, eu entendo à luz da Bíblia que o corpo é santo.
Não existe uma parte do corpo mais santa ou menos santa. Todo o corpo é santo.
Então Deus santificou o nosso corpo e ele é habitação de Deus, foi comprado por Deus e deve glorificar a Deus.
Essa liberdade pode ir até o limite da legitimidade O que penso eu, ser ilegítimo e inconveniente é quando nós tentamos alterar o projeto da criação.
Por exemplo: Deus fez as nossas narinas para baixo. Se fossem feitas para cima, nós morreríamos afogados.
Então, por exemplo, a questão do sexo anal, que está se tornando comum dentro da propagação da pornografia é uma agressão à mulher, é um sexo que não é limpo - porque o ânus não foi feito para receber a penetração, é um órgão criado por Deus para a excreção - de tal forma que quando a pessoa entra por esse caminho está agredindo o cônjuge ele está promovendo um sexo que não tem a característica da pureza e ele se torna viciante e degradante.
E mais: a pessoa tem a tendência de não se satisfazer mais com aquilo que é natural.
Então é uma degradação e tudo aquilo que degrada o ser humano, ofende ao criador, se choca contra o projeto de Deus e é nocivo.

Guia-me: A pornografia tem demonstrado um poder devastador nos lares de todo o mundo. Por que uma pessoa casada busca ter contato com esses materiais?
Rev. Hernandes Dias Lopes: Isso acontece da mesma maneira que uma pessoa saudável procura drogas. Por que um jovem que tem um corpo saudável vai se destruir, se arruinar.
A pornografia gera dependência.
Há muitas pessoas, por exemplo, que, sendo dependentes de masturbação se casam e, mesmo tendo o privilégio do relacionamento sexual de forma legítima, mantém o vício da masturbação.
Uma pessoa que é viciada em ver cenas de nudismo ou relação sexual se torna viciada naquilo.
Só ter a relação sexual já não a satisfaz, então ela precisa ver e o pior: daqui a pouco ela quer importar para a relação sexual, para o seu leito conjugal, toda aquela situação que viu no vídeo, na internet.

Então ela vai importar toda aquela sujeira e vai querer repetir na relação sexual de seu casamento todas aquelas práticas - sejam sodomitas, sejam de prostituição, sejam de múltiplos parceiros.
Vai quebrando o preceito dos absolutos, da ética da moralidade, da santidade, vai derrubando, destruindo os fundamentos da ética e da moralidade.
Como o homem é atraído pelo olhar, ele viu e quer ver de novo, mas amanhã o ver já não o satisfaz, ele também quer fazer e, quando ele faz, aquela ação também já não satisfaz, ele tem que crescer e vai gerando um processo de degradação. Aí vai para o fundo do poço.
Eu conheço casos de pessoas que se degradaram a tal ponto de se suicidarem, da vida não fazer sentido e ele se vê em um atoleiro, uma prisão da qual não consegue sair. Essa pessoa entra em colapso nesse mar.

Guia-me: Em suas palestras sobre relacionamento, você fala que o casamento não é uma ''varinha de condão'' que muda tudo. Por que as pessoas acham no casamento tudo vai ser melhor, vai ser diferente?
Rev. Hernandes Dias Lopes: Porque as pessoas não querem refletir.
Nós estamos vivendo em uma geração - fruto da pós-modernidade - na qual as pessoas querem sentir, não querem pensar.
Elas querem emoções, não querem reflexão.
E às vezes elas mantém relacionamentos superficiais e pensam, jogando sempre para o amanhã, que ''amanhã tudo vai se resolver'', ''amanhã vai ser melhor'', ''amanhã a solução vai chegar''.
Em vez delas resolverem a relação no namoro, no ''pré-casamento'', elas não querem pensar , conversar, refletir.
Aí o namoro está ruim, o noivado está péssimo e pensam que a solução vai vir no casamento.
Então nós não temos que adiar para o futuro, a solução do hoje.
Nós temos que resolver o problema hoje.
Se o namoro não for estruturado, se o noivado não for consciente, o casamento vai ser um colapso.

Eu diria para você que falta berço, falta base, a juventude de hoje está invertendo os papeis.
Olha em Gênesis 2:24: ''Deixará o homem, o seu pai e sua mãe, se unirá a sua mulher, se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne''.

O que está acontecendo hoje, é que começam tornando-se uma só carne, para depois se unir, para depois deixar pai e mãe - e às vezes nem deixa pai e mãe.
Então eles estão querendo ''construir a casa começando pelo telhado'', sem lançar os fundamentos.
Aí é tragédia na certa.

Guia-me: Apesar dos cristãos terem o melhor manual para alcançar o relacionamento sexual santo, da melhor forma possível, falar sobre sexualidade dentro das igrejas ainda é tabu. Por quê?
Rev. Hernandes Dias Lopes: É tabu porque nós herdamos uma cultura católico-romana muito forte, que traz a ideia de que o sexo é uma coisa que não é santa.
Talvez a maior dificuldade de que eles tenham de aceitar o fato de Maria ter dado à luz outros filhos, se dê pelo fato deles acharem que Maria não poderia ser uma mulher santa se teve relacionamento sexual - ainda que com o marido dela.
Passou-se a ideia de que o sexo não é santo, não é puro.
Então muitas pessoas tiveram o sentimento de culpa pelo relacionamento sexual entre marido e mulher. E essa ideia foi passada aos filhos.
Aí passa-se a ideia de que o sexo é proibido, é sujo, que não agrada a Deus e não tratam o assunto com naturalidade. Vira tabu.
Aí é proibido falar na igreja, dentro de casa e as pessoas tendo uma ideia equivocada de sexo e vão cometer os desvios, porque não trataram do assunto com a legitimidade necessária, com a clareza necessária, com a abordagem direta, sensata e adequada à luz da Palavra de Deus.


"Comecei a perceber, a cada dia, o aumento de uma tensão velada entre os blogueiros, na medida em que suas audiências iam aumentando.

Agora, o que era uma espécie de guerra fria, transformou-se em um combate explícito. Blogueiros se digladiam através de artigos, em alguns casos, extremamente ofensivos", destacou o presbítero Cristiano Santana em seu blog pessoal.


O mais recente caso desse tipo de embate envolve os blogs Julio Severo VS Genizah + Púlpito Cristão + Teologia Pentecostal sobre o terremoto no Haiti e o juízo de Deus.

Enquanto Julio diz que a tragédia do Haiti é culpa da maldição espiritual e do baixo espiritismo praticado pelos haitianos, os outros três refutam essa ideia acusando Julio Severo de definir Deus como um senhor meramente vingativo e cruel.


Em meio a essa questão, o Haiti se desmorona junto com o sofrimento e a desilusão de dias melhores enquanto blogueiros debatem entre si a cerca do juízo de Deus contra aquele povo.

Eu li os quatro artigos dos blogueiros citados e, analisando cautelosamente, vejo que há um grande abismo de discordâncias entre ambas as partes.

Esse debate tende a se tornar em mais um longo confronto de ideias que não vai sequer resgatar um sobrevivente da tragédia no Haiti.


Esclareço que os tempos estão chegando ao fim e a Palavra está se cumprindo.

Os grandes terremotos que têm ocorrido nos últimos tempos são um dos vários sinais que surgirão antes do retorno de Cristo.

Mas, em meio ao triunfalismo e à prosperidade terrena e material, que tanto se prega pelos cristãos mercantilistas, muitos se desviam da esperança da Igreja - que é morar no céu - para criar pretextos superficiais a cerca das problemáticas hodiernas.


Dizer que o que ocorreu no Haiti é apenas castigo de Deus é restringir o Seu juízo a um povo que é tão pecador como os ateus escandinavos ou muçulmanos egípcios.

Mas achar que o próprio Deus está alheio ao que está acontecendo, e achar que essa tragédia foi apenas resultado de fatores geológicos, é dar as costas para as verdades bíblicas prescritas há tempos, que afirmam que Deus há de julgar o mundo por causa do pecado humano.


O maior problema é querermos argumentar e encontrar um culpado para os caprichos da humanidade.

Isso vem ocorrendo desde o tropeço de Adão, junto com a insensibilidade de Eva e a astúcia satânica. O certo é que os haitianos precisam de ajuda, e não é daqui, do Brasil, digitando ofensas contra o outrem, chamando de "canalha" ou esbravejar contra os "esquerdopatas", que iremos solucionar essa problemática.


Quanto ao debate em si, minha intenção não é me posicionar favorável ou contrariamente a algum desses blog de forma pública, até porque eu tenho grande apreço por todos eles (e não é à toa que os sigo).

Espero apenas que a desavença e os interesses egocêntricos dos envolvidos na discussão (caso existam, de fato) não suplantem o alvo principal, que é levar a mensagem de Jesus a quem precisa e ajudar ao próximo em momentos de dor, como é o caso do Haiti.


Que o Senhor nos oriente a sermos melhores cristãos.

Que Deus nos ajude a olhar para as pessoas da mesma forma como Ele olhou para nós, meros imundos lavados pelo sangue de Jesus, pois, vale lembrar, tantos os haitianos como os brasileiros ou americanos são carentes da misericórdia divina.


A-BD / kedsonni.blogspot

AS RODAS DA LIBERDADE - DRAMA PESSOAL





O relato de um drama pessoal que se transformou num exemplo de fé e confiança
Joni Eareckson Tada

Por muitos anos, via os deficientes físicos como pessoas à parte, com quem não tínhamos nenhum tipo de vínculo.
Cadeira de rodas era algo que, em minha cabeça, nunca entraria em nossa casa.
E essa atitude não era esnobismo de minha parte, mas a simples realidade! Todos de minha família eram do tipo atlético.

A qualquer hora estávamos prontos para uma boa partida de tênis, ou mesmo para uma caminhada de vários quilômetros.
Minhas três irmãs mais velhas e eu nunca tínhamos tido nenhum problema, a não ser um ou outro pé torcido.
E assim transcorria nossa vida.

Em um dia de verão, em 1967, minha irmã Kathy e eu resolvemos ir à praia e nadar, para aliviar um pouco o intenso calor que fazia. A água estava escura e com um tipo de lodo.
Sem ao menos checar a profundidade do local subi a uma balsa que estava ancorada, posicionei meus pés bem na borda, respirei fundo e mergulhei com tudo!
Minha cabeça bateu com toda força em alguma coisa muito dura, talvez em uma pedra, e ouvi um grande estalo.
Senti um estranho choque bem atrás do meu pescoço.
Eu estava imersa na água e completamente atordoada.
Meu corpo foi flutuando, deslocando-se aleatoriamente sem que eu tivesse como comandá-lo.
Eu não conseguia chegar à superfície.
Meus pulmões gritavam por ar, mas cada vez que eu abria a boca só conseguia "respirar" água.

Então, alguém me pegou e me empurrou em direção à luz e ao ar puro. Era minha irmã.
Só me lembro dos meus olhos terem encontrado os dela, após ambas olharmos para meus braços, que pendiam inertes e boiavam. Eu só consegui dizer:
- Kathy, eu não estou sentindo meu corpo!
Nessa hora, um banhista veio em nosso socorro, ajudou a me colocar em uma bóia e a me retirar da água.
Uma ambulância já havia sido chamada e chegou em seguida.

Dentro de uma hora eu já estava no Pronto Socorro de um hospital.
As enfermeiras tiraram meu maiô molhado, meus anéis e minha corrente do pescoço.
Minha cabeça pendia ao longo do corpo.
Aos poucos fui perdendo minha consciência.

Depressão
Meu acidente de mergulho conduziu-me a um estranho e amedrontador mundo de odores anti-sépticos, tubos e aparelhos.
Por vários meses fiquei deitada em um tipo de prancha com uma lona ao redor.
Ali iam me revezando: eu ficava horas virada para cima, e em seguida para baixo, para evitar as escaras.
Porém, infelizmente, não adiantou muito porque depois de alguns meses eu havia emagrecido tanto, que meus ossos literalmente começaram a perfurar minha pele.
Decorrente disso sofri outras cirurgias e fui obrigada a ficar mais tempo na prancha giratória.
Em meio a isso tudo, uma grande depressão instalou-se em minha vida.

O tempo todo eu questionava: "Deus, como o Senhor permitiu que uma coisa dessas acontecesse comigo? Eu já te conhecia como meu Salvador. E, se essa é tua forma de responder às orações que fiz, pedindo para me aproximar de ti, nunca mais vou orar!"

Eu estava tão aturdida com tudo, que nem me dei conta que meus amigos tinham feito uma lista de oração de 24 horas, e oravam por mim diuturnamente.
E o tempo foi passando.
Pouco a pouco comecei a notar diferenças em minhas reações.
Minha raiva começou a diminuir.
Minha depressão foi indo embora.
Deus revelou-se a mim de uma forma muito especial e foi me tornando mais resistente.
Minha atitude, perante a terapia ocupacional tornou-se mais positiva.

Semanas antes eu havia recusado terminantemente a aprender a escrever com um lápis preso em meus dentes.
Porém, minha reação mudou depois que conheci Tom, um quadraplégico, mais paralisado do que eu. Ele era uma pessoa muito animada e alegremente permitia que o terapeuta colocasse o lápis em sua boca. Senti, então, vergonha de minha rabugice e reclamação.

Atitude
Deus usou as orações de meus amigos e o exemplo de Tom para me mostrar a eterna verdade de Romanos 8.28: "Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito".

Fui aos poucos percebendo, que o conceito de bem que Deus tinha para mim não incluía ficar em pé. As coisas que cooperavam para o meu bem, diziam mais respeito a uma atitude de apreciação às pequenas coisas, como uma profunda gratidão pelas amizades e um caráter que refletisse paciência, persistência e alegria não dependentes das circunstâncias.

Hoje, mais de 30 anos depois que tudo aconteceu continuo com a mesma visão.
Não vou dizer que tem sido fácil.
Cada dia, porém, continuo a desfrutar do poder e da força derramadas diariamente por meu Deus. Além disso, ele sabe exatamente como eu me sinto.
Ele sofreu muito mais do que eu!
Jesus transformou sua cruz em um símbolo de esperança e liberdade.
Por que, então, eu não poderia fazer a mesma coisa?
Minha cadeira de rodas é a prisão que Deus tem usado para libertar meu espírito.


Joni Tada é escritora e compositora, tem 54 anos e é casada.
Fundou a associação Joni and Friends, com o objetivo de ajudar as pessoas portadoras de necessidades especiais e oferecer treinamento a igrejas que possuem ministérios com elas.

Artigo publicado sob permissão da organização Joni and Friends. Traduzido por Iara Vasconcellos.
Sugestão de leitura: Tu és fiel, Carol Cymbala - Editora Vida
Fonte:Lar Cristão
Postado por Nany de Castro

Pesquisa aponta que relação sexual também faz bem ao coração, aumenta logenvidade e diminui a pressão arterial.

Manter relações sexuais com regularidade é o objetivo de muitos casais, mas o que poucos sabem é que os benefícios trazidos pelo sexo vão além da vida amorosa entre homem e mulher.

Um estudo publicado no periódico especializado "Journal of Sexual Madicine' apontou que fazer sexo frequentemente pode aumentar a expectativa de vida, e também diminuir o risco de desenvolver certos tipos de câncer.

Diretor de medicina sexual do Hospital Alvarado, em San Diego, o médico Irwin Goldstein relatou em entrevista ao site "ABS-CBN News" que apenas a penetração peniano-vaginal seria capaz de trazer retornos positivos para a saúde.

Quem pratica mais sexo, ainda segundo a pesquisa, tem menos chance de desenvolver câncer de mama, câncer de próstata, alívio de dores na região lombar e enxaquecas.

O ato sexual também ajuda a emagrecer, melhora os níveis de testosterona, diminui sintomas da menopausa, deixa o esperma mais saudável, baixa a pressão arterial e colabora para a saúde do coração.

Abril.com

A maioria dos ruídos como esse reflete processos digestivos comuns e não são preocupantes, especialmente se nenhum outro sintoma estiver presente, explica Jeffrey Milsom, diretor do Centro de Tratamento Digestivo do NewYork-Presbyterian Hospital/Weill Cornell Medical Center.

Os sons, que ocorrem frequentemente -mas não sempre- após comer ou beber, são causados quando o "ar, ou uma mistura de ar e fluidos dentro do canal intestinal, passa pelo canal durante a ação normal de propulsão", diz Milsom.

Fluidos gasosos, como refrigerantes, podem levar a mais sons logo após engolir, disse ele.
O nível do ruído é afetado por muitos outros fatores, incluindo o estado mental da pessoa, como nervosismo ou tensão possivelmente aumentando o "ronco"; o nível de ruído do ambiente, com muitas pessoas percebendo os sons na cama, à noite; e o tipo de alimento consumido, assim como a velocidade de sua ingestão.

Doenças primárias podem levar a tipos anormais de sons, como de tons mais altos ou barulhos apressados e contínuos, explica Milsom. Esses sons, que podem estar relacionados a um estreitamento do intestino, são geralmente acompanhados por dores ou outros sintomas.

Se os sons abdominais forem persistentes, piorarem ou chegarem acompanhados de dores, diz ele, é melhor procurar um médico.

New York Times / Via Folha Online