02 novembro 2009

Uma vida longa


"Porque que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?"Lc 9:25

Algumas pessoas estavam diante de um túmulo aberto Assistiam ao enterro de uma mulher de 102 anos de idade. Na oração fúnebre, alguém falou do “final de uma vida realmente plena”.

De fato, esse parecia ter sido o caso dela. Eu a conhecia. Na juventude foi a melhor aluna do colégio; logo em seguida desenvolveu uma brilhante carreira em uma universidade pública.

Presenciou duas guerras mundiais passando por todas as penas e dificuldades inerentes a tais períodos. Casou-se, teve uma família, enviuvou e passou a velhice em um lar para idosos. Em resumo, teve uma vida honrada, cumprindo fielmente seus deveres.

Também tinha um caráter amável e gracioso, não era uma mulher triste e amargurada.

Mas, será que de fato teve uma vida plena? Eu sabia que algo lhe faltava: Jesus Cristo.

Ela O desprezou, não quis saber nada sobre Ele porque achava que não tinha necessidade de um Salvador. Essa mulher (e muitos como ela) terá de responder diante do tribunal de Deus pela atitude em relação a Jesus Cristo, o dom inefável do Pai aos seres humanos.

Ela O menosprezou com sua indiferença condenando-a a uma eterna perdição. Sob essa ótica, seus 102 anos de idade foram completamente desperdiçados.

Certa vez, Jesus afirmou o seguinte: “Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância” João 10:10. A vida eterna tem seu começo e sua plenitude em Jesus Cristo. Plenitude de vida só tem aqueles que receberam a vida do próprio Deus dentro de si pela fé na obra de Jesus Cristo. A vida dos demais é só “canseira e enfado, pois passa rapidamente, e nós voamos”Sl 9:10

Devocional Boa Semente

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